COOPERATIVA DE RECICLAGEM E SERVIÇOS DE RECICLAGEM

COOPERATIVA DE RECICLAGEM E SERVIÇOS DE RECICLAGEM
Catadoras e catadores organizados já mais serão pisados.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

COLETA SELETIVA OBRIGATÓRIA EM TODO O PAÍS - AGORA É LEI!!!
Em quatro anos, no dia 3 de agosto de 2014, o Brasil estará livre dos lixões a céu aberto, presentes em quase todos os municípios brasileiros. Isso é o que define o artigo nº 54 da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), recentemente regulamentada por Decreto Presidencial, em 23 de dezembro de 2010. Também ficará proibido, a partir de 2014, colocar em aterros sanitários qualquer tipo de resíduo que seja passível de reciclagem ou reutilização. Isso significa que os municípios brasileiros, para se adequar a nova legislação, terão que criar leis municipais para a implantação da coleta seletiva. Uma outra data definida na regulamentação da PNRS é quanto à elaboração do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Pela regulamentação, a União, por meio do Ministério do Meio Ambiente, tem 180 dias de prazo, a contar da publicação do Decreto, para elaborar a proposta preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos, com vigência por prazo indeterminado e horizonte de 20 anos, devendo ser atualizado a cada quatro. A proposta do plano será submetida à consulta pública, pelo prazo mínimo de 60 dias. Em sua versão preliminar, o Plano de Resíduos Sólidos vai definir metas, programas e ações para todos os resíduos sólidos. Para sua construção, a ser coordenada por um comitê interministerial, será utilizada a experiência e estudos sobre resíduos sólidos já acumulados em 18 estados da Federação. O Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos, será coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e composto por nove ministérios mais a Casa Civil e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. Logística reversa - De acordo com o texto do Decreto, logística reversa é o instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado pelo conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. A regulamentação definiu como se dará a responsabilidade compartilhada no tratamento de seis tipos de resíduos e determinou a criação de um comitê orientador para tratar destes casos específicos. São eles: pneus; pilhas e baterias; embalagens de agrotóxicos e óleos lubrificantes além das lâmpadas fluorescentes e dos eletroeletrônicos. O comitê orientador vai também definir cronograma de logística reversa para um outro conjunto de resíduos que inclui as embalagens e produtos que provoquem impacto ambiental e na saúde pública. Os instrumentos para operar os sistemas de logística reversa são: acordos setoriais; regulamentos expedidos pelo Poder Público; ou termos de compromisso. O Secretário de Recursos Hídricos de Ambiente Urbano (SRHU) do MMA, Silvano Silvério, explica que pela nova lei, o cidadão passa a ser obrigado a fazer a devolução dos resíduos sólidos no local, a ser previamente definido pelo acordo setorial e referendado em regulamento, podendo ser onde ele comprou ou no posto de distribuição. Segundo ele, a forma como se dará essa devolução, dentro de cada cadeia produtiva, será definida por um comitê orientador, a ser instalado ainda no primeiro semestre de 2011. Atualmente, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estabelece, por meio de Resolução, os procedimentos para o descarte ambientalmente correto de quatro grupos de resíduos. São eles: pneus(Resolução 416/2009); pilhas e baterias (Resolução 401/2008); óleos lubrificantes (Resolução 362/2005); e embalagens de agrotóxicos (Lei nº 7.802/1989). Os acordos setoriais ou os termos de compromisso servirão para revalidar ou refazer os que está definido nas resoluções e leis em vigor. Embalagens - A novidade que a regulamentação traz é a obrigatoriedade da logística reversa para embalagens. O secretário explica que é possível aplicar o procedimento para todo o tipo de embalagem que entulham os lixões atualmente, inclusive embalagens de bebidas. Ele relata, inclusive, que o Ministério do Meio Ambiente já foi formalmente procurado pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) para informar que estão aptos a fazer a coleta de óleos lubrificantes. O MMA foi também procurado pela Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro) que demonstrou interesse em implantar a logística reversa em embalagens de vidro. Segundo ele, existem duas formas de se fazer a logística reversa para embalagens. Uma, de iniciativa do setor empresarial, que pode instituir o procedimento para uma determinada cadeia. A outra, de iniciativa do Poder Público. Neste caso, o primeiro passo é a publicação de edital, onde o comitê orientador dá início ao processo de acordo setorial. No edital estarão fixados o prazo, as metas e a metodologia para elaboração de estudos de impacto econômico e social. Os acordos setoriais são atos de natureza contratual firmados entre o Poder Público e os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes visando à implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto. Depois de definidas as bases do acordo setorial, os setores envolvidos no processo de logística reversa definem como pretendem fazê-lo. A proposta é levada ao Governo Federal para análise. Estando em acordo ao que estabelece o edital, a proposta é acolhida e homologada via Comitê Orientador. A partir de então, o processo de logística reversa começa a ser implementado. O Governo Federal pode transformar o acordo em regra nacional por meio de regulamento.. O processo vale para os eletroeletrônicos. A partir do momento em que o Comitê Orientador definir o processo de logística reversa, ficará determinado onde o cidadão deve devolver seu resíduo. Silvano Silvério informa que o comitê orientador estabelecerá, por edital, o início dos acordos setoriais. Catadores - A regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) dá atenção especial aos catadores de materiais recicláveis. Está definido, por exemplo, que o sistema de coleta seletiva de resíduos sólidos e a logística reversa priorizarão a participação de cooperativas ou de outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis constituídas por pessoas físicas de baixa renda. Determina também que os planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos definam programas e ações para a participação dos grupos interessados, em especial das cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis também constituídas por pessoas físicas de baixa renda. Diretrizes - A Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em agosto de 2010, contém as diretrizes para a gestão, o gerenciamento e o manejo dos resíduos sólidos. Ela também incentiva os fabricantes a adotar procedimentos adequados à produção de produtos não agressivos ao ambiente e à saúde humana e à destinação final correta dos rejeitos da produção. Sua aprovação representou um amplo consenso envolvendo todos os atores que fazem parte dos mais diversos ciclos da produção de resíduos sólidos no Brasil. Ela trata de temas amplos e variados que fazem parte do dia-a-dia das pessoas, envolvendo conceitos como área contaminada, ciclo de vida do produto, coleta seletiva, controle social, destinação final ambientalmente adequada, gerenciamento de resíduos, gestão integrada, reciclagem, rejeitos, responsabilidade compartilhada e reutilização. A nova política é clara em definir de que forma se dará o gerenciamento dos resíduos, indicando inclusive sua ordem de prioridade que será a de não-geração, a de redução, reutilização, reciclagem e tratamento de resíduos. A nova política cria também um sistema nacional integrado de informações sobre resíduos sólidos. O sistema será responsável por recolher e divulgar informações com rapidez e qualidad

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Nossa Coopercicla está de cara nova. Em uma parceria com Instituto Vonpar, Reformamos nossa esteira e Fabricamos suportes para os bags. Isso foi um investimento para facilitar e agilizar os trabalhos de nossos cooperados.
Nossa Coopercicla está de cara nova. Em uma parceria com Instituto Vonpar, Reformamos nossa esteira e Fabricamos suportes para os bags. Isso foi um investimento para facilitar e agilizar os trabalhos de nossos cooperados.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

III Encontro Nacional de Mulheres Catadoras de Materiais Recicláveis.

Pontal do Paraná sediou no final de semana o III Encontro Nacional de Mulheres Catadoras de Materiais Recicláveis.
O evento aconteu de sexta-feira (13) a domingo (15) na Associação ao Banestado, em Praia de Leste, e reuniu lideranças de todo o Brasil. A organização é do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), que completa 10 anos de atividade. Uma da lutas do movimento é autogestão do trabalho de coleta e o controle da cadeia produtiva de reciclagem. Nos últimos anos, os catadores de materiais recicláveis vem contando com apoio do governo federal, que instituiu a obrigatoriedade de os estados e municípios elaborarem políticas sobre resíduos sólidos com a participação destes trabalhadores.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Um belo exemplo de honestidade.

Moradores de rua encontram R$ 20 mil e ligam para PM Dois moradores de rua entregaram um saco plástico preto e uma bolsa com diversos envelopes de depósito cheios de … Dois moradores de rua encontraram um total de R$ 20.004,00, em notas de 100, 50, 20 e 10, e moedas, próximo ao Viaduto Azevedo, sob o qual eles residem, na Radial Leste, região do Tatuapé, na zona leste da capital paulista, e entregaram o valor a policiais militares do 8º Batalhão na madrugada desta segunda-feira. Os dois moradores de rua, ao encontrarem um saco plástico e um malote igual aos utilizados por bancos, abriram ambos e verificaram que neles havia diversos envelopes de depósito bancário contendo o dinheiro. Imediatamente ligaram para o 190 e acionaram a PM, que encaminhou todo o valor para o plantão do 30º Distrito Policial, do Tatuapé. A soma do dinheiro era de 20 mil reais. (Foto: Edison Temoteo/ Agência Estado) "Além do dinheiro, havia também notas fiscais de um restaurante que sofreu um furto. Estamos supondo que o dinheiro seja do mesmo estabelecimento, mas só teremos certeza quando o proprietário for localizado", afirmou um tenente PM. Segundo a polícia, o furto teria ocorrido na tarde de domingo.

Casal de moradores de rua devolve R$20 mil roubados à polícia

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Salve o Planeta Terra

Dez quilos de papel no lixo por mês Cerca de 40% do lixo seco que uma pessoa descarta ao dia é constituído de papel. Em 2009, o Brasil reciclou 3,9 milhões de toneladas desse material Pedro Moreira | pedro.moreira@zerohora.com.br Há tempo a reciclagem deixou de dizer respeito apenas à preocupação ambiental. Em diferentes setores da economia, o reaproveitamento de materiais ganha espaço como protagonista da cadeia produtiva. Siga o @zhnossomundo no Twitter Dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) apontam que o Brasil reciclou, em 2009, 3,9 milhões de toneladas de papel. Foram R$ 2 bilhões mexendo com a economia do país. E toda essa movimentação tem uma origem: o lixo que você produz. Conforme Jairo Armando, diretor da Divisão de Projetos Sociais do Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre (DMLU), a média diária de lixo descartado por pessoa em uma cidade como a capital gaúcha é de um quilo. Do que é recolhido na coleta seletiva, cerca de 35 % a 40% é papel. Considerando-se essa estimativa, cada pessoa descartaria mais de cinco quilos do material por mês - entre embalagens, jornais, papelão e outros derivados. Isso comprova a necessidade de, além de separar os resíduos para que tenham a destinação correta na reciclagem, reduzir a produção deles. Criado a partir do conceito de que é preciso agir pensando no futuro do planeta, Giovanni Schardong Pereira, sete anos, sabe bem que pequenas ações também ajudam a melhorar o mundo em que vivemos. - A minha avó sempre quer colocar fora o rolo de papelão do papel higiênico. Eu não deixo e pego para usar como sucata - conta o tímido morador porto-alegrense.
Lixo para uns, luxo para outros
Envolvido com uma rotina caseira de separação do lixo implementada pela mãe, a contadora Luciana Schardong, 35 anos, o pequeno reciclador vai além da divisão entre orgânico e seco para descartar os resíduos. Giovanni tem um sucatário - feito de uma caixa de papelão reaproveitada, é claro - onde guarda objetos que podem virar brinquedos ou instrumentos musicais. O isopor da embalagem do micro-ondas novo da tia vai fora? Nem pensar. É logo transformado em uma TV, onde o menino encena peças com fantoches. - Quando eu era pequena, lembro de não separarmos os lixos, mas isso mudou bastante. Em casa, não produzimos tanto lixo assim, o importante hoje é diminuir a quantidade. O Giovanni sempre me fala que o lixo de uns é o luxo de outros - afirma Luciana, enquanto conversa com o filho sobre o destino do material encaminhado aos galpões de reciclagem. NOSSO MUNDO SUSTENTÁVEL
Lages, 14/06/2012,

Correio Lageano, por Susana Küster Alunos da escola Oscar Schweitzer, no bairro Guadalajara, participam de um projeto de reciclagem promovido pela professora de educação física, Angela Regina Mortari. Com garrafas pet, jornal, cola e tesoura, eles produzem vários tipos de brinquedos. A professora conta que em seu bairro, várias pessoas dão material reciclado para ela. “Eu trago para a escola, junto com os materiais que os alunos trazem e produzimos vários brinquedos”, diz. Ela faz com os alunos, flores, cavalinhos de corrida, tartarugas, maçãs, bilboquê, entre outros. “Além de ajudar a preservar o meio ambiente, eles começam a olhar e brincar de um jeito diferente. Eles só têm acesso a brinquedos mais modernos e esses apesar de serem mais simples, também divertem muito”, comenta. Além de fazer os brinquedos em sala de aula, a professora diz que os alunos depois brincam com eles e levam para casa. Ela comenta que depois do projeto, sentiu que os alunos começaram a se interessar mais pela reciclagem.
Lages, 22/05/2012, Correio Lageano

Há somente 14 garis para limpar o Centro de Lages, na Festa do Pinhão, quatro serão remanejados para o Parque Conta Dinheiro, e o número de garis no Centro baixa para 10. No Coral, há cinco garis. De acordo com o secretário do Meio Ambiente, Ademir Sales, seria necessário no mínimo 30 garis trabalhando para Lages ficar mais limpa. “Muitos começaram e desistiram. Vários estão de licença. O salário é muito baixo e o serviço é puxado. E agora é época de política, não dá para contratar ninguém”, afirma. A falta de garis e também de consciência ambiental de algumas pessoas, fica evidente nas ruas do Centro e nos acessos da cidade.O empresário William Marschall, trabalha em Correia Pinto e percebeu que há duas semanas tem lixo nos acessos de Lages. Ele conta que mandou um email para a prefeitura sugerindo um trabalho de conscientização intensivo e uma forma de punição para quem joga lixo na rua. “Temos um cartão de visitas negativo em Lages, está horrível os acessos da nossa cidade. Cortam o mato e deixam o lixo, não adianta nada”, lamenta. De acordo com o secretário, a Secretaria do Meio Ambiente faz palestras nas escolas para conscientizar as crianças na preservação do meio ambiente. São distribuídas cartilhas para os estudantes, abordando a reciclagem, coleta seletiva, destinação correta de eletrônicos, óleo de cozinha, pneus e resíduos da construção civil. Os moradores do Centro também reclamam do lixo acumulado nas lixeiras de concreto e nas ruas. Eduardo Guagliardi, mora na rua Frei Rogério e afirma que há meses tem lixo acumulado nas calçadas. Ele acredita que as lixeiras de concreto prejudicam a passagem dos pedestres. O secretário do Meio Ambiente, ressalta que os vândalos queimam e quebram as lixeiras de plástico. “Eles quebram as de concreto também, mas dificulta bastante”, diz. Em relação à fiscalização para quem joga lixo na rua, o secretário afirma que está sendo feita. A multa mínima para quem joga lixo na rua é de R$ 221,38, não existe valor máximo já que pode variar de acordo com a gravidade do caso.
Foto: Susana küster

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lages, 24/05/2012, Correio Lageano Um Projeto de Lei, aprovado em caráter definitivo pelo Senado, na semana passada, prevê que os catadores de material reciclável devem ser enquadrados entre os segurados especiais da Previdência Social. A iniciativa poderá beneficiar mais de 300 catadores que trabalham na informalidade em Lages. Na legislação previdenciária em vigor, quem trabalha neste segmento é enquadrado na categoria contribuinte individual, ou seja, é uma pessoa física que exerce por conta própria, atividade econômica de natureza urbana, com fins lucrativos ou não, para com a Previdência Social. Para o contribuinte individual a alíquota é de, pelo menos, 11% do salário mínimo. O Projeto de Lei (PL) nº 279, de 2011, de autoria do Senador Rodrigo Rollemberg, é uma emenda à Lei nº 8.212/1991 que dispõe sobre Planos de Benefícios da Previdência Social aos catadores de material reciclável. Com a aprovação do PL, haverá incentivo para que todos os catadores passem a contribuir com a Previdência Social, fortalecendo o sistema, diminuindo o déficit previdenciário e aumentando a cidadania destes trabalhadores. Rollemberg justificou a proposição como forma de dar maior eficácia ao princípio da equidade no custeio da seguridade social. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados, onde será apreciado e colocado em votação. Outro ponto positivo é que pode haver redução no número de catadores que trabalham na informalidade e, portanto, não usufruem dos direitos da Previdência Social, como a aposentadoria. De acordo com o propositor do PL, isso resultaria na consequente diminuição da exclusão social. De acordo com o coordenador do setor de reciclagem da Coopercicla, Tiago de Oliveira Waldrigues, em Lages mais de 300 catadores trabalham na informalidade. “Com o que conseguimos arrecadar por mês, pra gente pagar os 11% do INSS fica difícil. São mais de R$ 60 que falta pra colocar em casa depois”, diz. O coordenador afirma que somente na Coopercicla, são 22 cooperados que, por mês, arrecadam entre R$ 400 e R$ 500 cada. “Muitos sustentam as famílias com este valor, que é bem menor que o salário mínimo. Não tem como pagar 11%”. Tiago destaca que a cooperativa está desenvolvendo um projeto chamado Pró Catador, que pretende fazer um cadastro para conhecer a realidade do trabalho realizado e das condições de serviços de quem coleta material reciclável em Lages. Dentre os focos do projeto, estão orientações dos direitos trabalhistas e sobre a contribuição junto à Previdência. “Queremos saber quem são, como e onde atuam para poder conhecer as reais condições de trabalho”. Para os catadores associados, Tiago explica que está sendo estudada uma forma para que a cooperativa possa ajudar cada trabalhador a recolher mensalmente a contribuição previdenciária. “Vamos ver se será possível fazer com que a cooperativa pague uma parte e o catador a outra, assim ele terá os direitos preservados”, completa. Foto: Núbia Garcia

Projeto: Bota fora e ajude um cooperado.

A Cooperativa de reciclagem COOPERCICLA do bairro Caça e Tiro esta realizando um mutirão nos bairro de Lages, junto com a Secretaria do meio Ambiente e os presidentes dos bairros .
Os primeiros bairros a serem executados esse projeto são os bairros Santa Cândida e Santa Monica e em seguida virá o Petrópolis.
A cooperativa junto com a secretaria do meio ambiente estará passando nas ruas dos bairros pegando tudo o que os moradores não quiserem mais(moveis velhos, roupas,calçados e principalmente materiais reciclados).
Isso porque tudo aquilo que o morador não quiser mais, pode ainda, ajudar alguém, e alem disso, vai ajudar o morador a desocupar espaço.
Faça parte desse mutirão. Ajude preservar a natureza e a sustentar muitas famílias.